
Não costumo assistir ao “Esporte Espetacular”, da Rede Globo, pelo simples fato do jornalismo esportivo não me acrescentar nada. Este último domingo foi exceção, já que vi alguns trechos do programa ao tomar o café da manhã.
Foram minutos de tortura: numa mesa redonda que o programa chamou de “Encontro Histórico entre Pelé e Renato Aragão” (na verdade, uma reprise da noite anterior do canal a cabo SporTV), o jornalista Pedro Bial, as duas celebridades citadas e outros “convidados” do meio esportivo – e que nem faço questão de citar o nome deles – lembraram saudosos momentos da época de “ouro” do futebol, como quando um zagueiro atrasava a bola para o goleiro, que podia pegá-la com as mãos. (Atualmente o goleiro só pode chutá-la).
Outra pérola foi o pseudo-humorista relembrar “Os Trapalhões e o Rei do Futebol”, uma tremenda obra-prima da sétima arte brasileira (encaremos os fatos: desde a morte de Mussum as coisas não são mais as mesmas). Nela, o “rei” é a participação especial, e os humoristas fazem palhaçadas e piadas relacionadas ao futebol. Em outras palavras, uma perda de tempo.
O que me revolta não é o conteúdo do programa em si; é o fato da equipe que produziu esta criativa pauta do programa esportivo não estar ciente de como as duas principais figuras em questão ainda são exploradas. Basta assistir a um certo seriado dominical durante a hora do almoço, para ver a tentativa do embaixador do UNICEF em sobreviver na enfadonha grade horária dos fins de semana, ou então lembrar uma mulher que tentou provar, até a morte – literalmente –, ser filha do ex-astro do Santos.
É nessas horas que não agradeço por ter TV a cabo. Como assim, a Globo pegar uma reprise da SporTV pra passar na TV aberta? Se fosse algo com mais qualidade até agradeceria, mas não, preferem repetir uma discussão de futebol e humor pastelão. Santas reprises...
Foram minutos de tortura: numa mesa redonda que o programa chamou de “Encontro Histórico entre Pelé e Renato Aragão” (na verdade, uma reprise da noite anterior do canal a cabo SporTV), o jornalista Pedro Bial, as duas celebridades citadas e outros “convidados” do meio esportivo – e que nem faço questão de citar o nome deles – lembraram saudosos momentos da época de “ouro” do futebol, como quando um zagueiro atrasava a bola para o goleiro, que podia pegá-la com as mãos. (Atualmente o goleiro só pode chutá-la).
Outra pérola foi o pseudo-humorista relembrar “Os Trapalhões e o Rei do Futebol”, uma tremenda obra-prima da sétima arte brasileira (encaremos os fatos: desde a morte de Mussum as coisas não são mais as mesmas). Nela, o “rei” é a participação especial, e os humoristas fazem palhaçadas e piadas relacionadas ao futebol. Em outras palavras, uma perda de tempo.
O que me revolta não é o conteúdo do programa em si; é o fato da equipe que produziu esta criativa pauta do programa esportivo não estar ciente de como as duas principais figuras em questão ainda são exploradas. Basta assistir a um certo seriado dominical durante a hora do almoço, para ver a tentativa do embaixador do UNICEF em sobreviver na enfadonha grade horária dos fins de semana, ou então lembrar uma mulher que tentou provar, até a morte – literalmente –, ser filha do ex-astro do Santos.
É nessas horas que não agradeço por ter TV a cabo. Como assim, a Globo pegar uma reprise da SporTV pra passar na TV aberta? Se fosse algo com mais qualidade até agradeceria, mas não, preferem repetir uma discussão de futebol e humor pastelão. Santas reprises...
Um comentário:
"pelo simples fato do jornalismo esportivo não me acrescentar nada."
Leia Nelson Rodrigues e veja o que ele pode te ensinar, leia as crônicas em especial.
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